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Qual é a Diferença entre Vírus e Bactérias

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<p>Hoje em dia&comma; muito tem sido falado e divulgado sobre o coronavírus ou Sarscov-2&comma; responsável pela  COVID-19&comma; doença que já fez milhares de vítimas ao redor do mundo&period;<&sol;p>&NewLine;<h4>Afinal&comma; quem é esse &&num;8220&semi;organismo&&num;8221&semi; que colocou o mundo inteiro em quarentena e trouxe pânico e caos a toda a sociedade&quest;<&sol;h4>&NewLine;<p>Já sabemos que é um vírus&comma; um &&num;8220&semi;micróbio&&num;8221&semi; assim como uma bactéria&period;<&sol;p>&NewLine;<h2><i class&equals;"fas fa-virus"><&sol;i> Mas&comma; você sabe qual a diferença entre vírus e bactérias&quest;<&sol;h2>&NewLine;<p>Como ocorre a multiplicação viral e como os vírus e bactérias infectam e destroem as células hospedeiras&quest;<&sol;p>&NewLine;<h4><i class&equals;"fas fa-pen-square"><&sol;i> Esse artigo&comma; traz algumas informações que irão ajudar a diferenciar um vírus de uma bactéria&period;<&sol;h4>&NewLine;<p>Para entendermos as diferenças entre vírus e bactérias é necessário remontarmos à classificação dos reinos dos <strong>seres vivos<&sol;strong>&period; O sistema classificatório mais utilizado&comma; baseia-se na classificação dada por Whittaker em 1969&comma; que dividiu os seres vivos em cinco reinos&comma; são eles&colon;<&sol;p>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-disease"><&sol;i> Monera&comma; Protista&comma; Fungi&comma; Plantae e Animalia&period;<&sol;h3>&NewLine;<p><strong>&diamondsuit; Reino Monera&colon;<&sol;strong> agrupa organismos unicelulares procariontes&comma; ou seja&comma; que possuem apenas uma célula sem núcleo delimitado por uma membrana&period; Exemplos&colon; bactérias e cianobactérias&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&diamondsuit; Reino Protista ou Protoctista&colon;<&sol;strong> reúne seres unicelulares e pluricelulares&comma; eucariontes &lpar;que possuem um núcleo celular delimitado por membrana&rpar;&comma; autotróficos &lpar;capazes de realizar fotossíntese ou quimiossíntese&rpar; ou heterotróficos &lpar;que se alimentam por absorção&rpar;&period; Exemplos&colon; algas e protozoários&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&diamondsuit; Reino Fungi&colon; <&sol;strong> agrupa seres eucariontes&comma; que&comma; em sua maioria&comma; é pluricelular&comma; e heterotróficos&period; Exemplos&colon; cogumelos&comma; bolores e levedos&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&diamondsuit; Reino Plantae ou Metaphyta &colon;<&sol;strong> engloba os organismos eucariontes&comma; pluricelulares e com nutrição autotrófica&period; Exemplo&colon; musgos e plantas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&diamondsuit; Reino Animalia ou Metazoa&colon;<&sol;strong> inclui os organismos eucariontes&comma; heterotróficos e que apresentam nutrição heterotrófica&period; Exemplos&colon; mamíferos&comma; peixes&comma; aves&comma; répteis e anfíbios&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além dessa classificação&comma; atualmente se admite que todos os organismos estão incluídos em três grandes domínios&colon; <strong>Bacteria&comma; Archaea e Eukarya&period;<&sol;strong> Essa classificação foi proposta por Carl Woese&comma; em 1990&comma; e criada por meio de dados de análise de nucleotídeos de RNA ribossômico&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O domínio <strong>Bacteria<&sol;strong> agrupa todas as bactérias verdadeiras ou simplesmente bactérias&period; O domínio <strong>Archaeae<&sol;strong> inclui todas as arqueas&comma; que anteriormente eram consideradas erroneamente como grupo basal das bactérias&period; O domínio <strong>Eukarya&comma;<&sol;strong> por sua vez&comma; é composto por todos os organismos eucariontes existentes&comma; estando inclusos nesse grupo&comma; portanto&comma; os reinos Protoctista&comma; Fungi&comma; Plantae e Animalia&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-tasks"><&sol;i> Classificação dos seres vivos<&sol;h3>&NewLine;<p>Parece que está incompleto&comma; não é mesmo&quest;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Cadê os vírus&quest;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Eles não entram na classificação dos seres vivos&quest;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Se não são classificados como seres vivos&comma; o que são afinal&quest; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Outra questão&comma; o que define um ser como um organismo vivo&quest;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Que característica um organismo deve possuir para ser classificado como uma forma de vida&quest;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Essas respostas&comma; apesar de parecerem simples&comma; são muito mais complexas do que podemos imaginar&comma; uma vez que&comma; determinados organismos não se encaixam em determinados quesitos mesmo se comportando como uma forma de vida&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para ser considerado um ser vivo&comma; um organismo tem de apresentar certas características dentre as quais podemos citar&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Apresentar células&comma; que são as unidades estruturais e funcionais dos seres vivos que podem ser constituídos por apenas uma célula &lpar;unicelulares&rpar; ou por um conjunto de células&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Material genético para transmitir as características e hereditariedade para a próxima geração&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Metabolismo que é um conjunto de reações químicas necessárias para as mais variadas atividades&comma; como a obtenção de energia ou a renovação celular&comma; por exemplo&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Processo nutricional que pode ser autotrófico &lpar;fotossíntese ou quimiossíntese&rpar;&comma; e heterotrófico&comma; onde a energia é obtida a partir da quebra de produtos provenientes de outros seres vivos&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Reprodução que é a capacidade de reproduzir-se ou produzir descendentes&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>Os vírus não se enquadram nessas características uma vez que são acelulares&comma; isto é&comma; não apresentam célula&comma; não possuem metabolismo próprio e por si só não são capazes de se reproduzir&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Mas&comma; apesar de toda a simplicidade&comma; esses organismos podem causar sérios danos ao hospedeiro&comma; haja vista doenças como a AIDS&comma; dengue&comma; raiva&comma; COVID-19&comma; dentre outras&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-disease"><&sol;i> Características das Bactérias<&sol;h3>&NewLine;<p>Bactérias são organismos procariontes&comma; unicelulares&comma; coloniais ou não&comma; de vida livre ou parasita e heterotróficos&comma; que se alimentam por absorção&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As bactérias são organismos unicelulares com tamanho microscópico&comma; medindo cerca de 0&comma;2 a 1&comma;5 μm &lpar;micrômetro ou 1 mm dividido por 1&period;000&rpar;&comma; de comprimento&comma; sendo em média dez vezes menores do que uma célula eucarionte&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Normalmente possuem uma rígida <strong>parede celular<&sol;strong> que envolve externamente a membrana plasmática&comma; constituída por uma trama de peptídeos &lpar;proteínas&rpar; interligados a polissacarídeos &lpar;açúcares&rpar;&comma; formando um complexo denominado de peptideoglicano&period; Essa substância é responsável pela forma&comma; proteção física e osmótica do organismo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Veja abaixo imagem com reprodução de algumas formas de bactérias&colon;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;5472" aria-describedby&equals;"caption-attachment-5472" style&equals;"width&colon; 953px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;Captura-de-tela-de-2020-05-23-11-45-56&period;png"><img class&equals;"size-full wp-image-5472" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;Captura-de-tela-de-2020-05-23-11-45-56&period;png" alt&equals;"formas-bacterianas" width&equals;"953" height&equals;"626" &sol;><&sol;a><figcaption id&equals;"caption-attachment-5472" class&equals;"wp-caption-text">Reprodução &sol; Imagem&colon; Debellis&comma; A C C&comma; 2016&comma; Hospital Albert Einstein<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>Algumas espécies de bactérias possuem uma cápsula uniforme&comma; espessa e viscosa&comma; atribuindo uma proteção extra contra a penetração de vírus &lpar;bacteriófagos&rpar;&comma; resistência à ofensiva dos glóbulos brancos &lpar;fagocitose&rpar;&comma; além de proporcionar adesão quando conjuntas em colônia&period; Essa cápsula recebe o nome de parede celular&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Mesmo possuindo uma estrutura e organização celular rudimentar&comma; uma tendência evolutiva desde o primórdio dos seres vivos&comma; as bactérias demonstram um grande potencial biológico&comma; coexistindo em todos os tipos de ambientes&comma; seja terrestre&comma; aéreo ou aquático&period; As bactérias são consideradas os organismos mais bem-sucedidos do planeta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em virtude da contribuição da Biologia molecular&comma; esse Reino passou a ser classificado em dois sub-reinos de organismos <strong>procarióticos<&sol;strong> bem diferentes&colon; <strong>Eubactérias<&sol;strong> e <strong>Arqueas<&sol;strong> &lpar;Archaeobactérias&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-tasks"><&sol;i> Subdivisões dos subgrupos Eubactérias e Arqueas<&sol;h3>&NewLine;<h4>Eubactérias dividem-se em dois grupos&colon;<&sol;h4>&NewLine;<p><strong>1&period; Com Parede Celular<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Gram-negativas &lpar;12 subgrupos&rpar;&colon; Espiroquetas&comma; Bacilos aeróbios ou Microaerófilos&comma; Cocos&comma; Bacilos anaeróbios facultativos&comma; Bactérias anaeróbias&comma; Riquétsias e Clamídias&comma; Fototróficas anoxigênicas&comma; Fototróficas oxigênicas&comma; Bactérias deslizantes&comma; Bactérias com bainha&comma; Bactérias gemulantes e as Quimiolitotróficas&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>Gram-positivas &lpar;6 subgrupos&rpar;&colon; Cocos&comma; Bactérias esporuladas&comma; Bacilos regulares&comma; Bacilos irregulares&comma; Microbactérias e Actinomicetos&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p><strong>2&period; Sem Parede Celular<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Micoplasmas&colon; revestidos apenas por uma membrana flexível&comma; permitindo assumir variadas formas&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<h4>Da mesma maneira&comma; as Archaeobactérias também se dividem em dois grupos&colon;<&sol;h4>&NewLine;<p><strong>1&period; Com parede celular<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Metanogênicas &lpar;produtoras de metano&rpar;&colon; Methanosarcina&comma; Methanobacteriu e Methanospirillum<&sol;li>&NewLine;<li>Bactérias halofílicas extremas &lpar;desenvolvimento em ambientes com grande concentração salina&rpar;&colon; Bacteriorrodospsina<&sol;li>&NewLine;<li>Arqueobactérias dependentes de enxofre &lpar;obtém energia a partir da oxidação do enxofre&rpar;&colon; Sulfolobus e Thermoproteus<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p><strong>2&period; Sem parede celular<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>Termoplasmas&colon; bactérias com ausência de parede celular&comma; tolerantes a temperaturas que compreendem 55 a 59 °C e pH ótimo&comma; aproximadamente igual a 2&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-disease"><&sol;i> Bactérias Aeróbias e Anaeróbias<&sol;h3>&NewLine;<p>A principal diferença entre microrganismos aeróbios e anaeróbios está na forma como eles obtêm energia&period; Os sere vivos conservam energia <strong>na célula<&sol;strong> por meio de uma molécula denominada  <strong>trifosfato de adenosina&comma; ATP<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Aeróbias&colon;<&sol;strong> os microrganismos aeróbios obtêm energia por meio de reações químicas com o oxigênio e a glicose&period; Nessa reação haverá formação de água e gás carbônico como resíduos e a energia liberada será utilizada para a formação de ATP&period; Esse processo é conhecido como respiração celular&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O ATP será quebrado na célula para gerar energia para o microrganismo sempre que necessário&comma; a fim de realizar as atividades  celulares como&comma; por exemplo&comma; a reprodução&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sem o oxigênio não é possível realizar essa reação&comma; de modo que a bactéria morre ou fica inativa&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Anaeróbias&colon;<&sol;strong> os microrganismos anaeróbios obtêm energia por outras formas em que não ocorre utilização de oxigênio mas de outros substratos orgânicos como nitratos&comma; sulfatos e carbonatos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As bactérias anaeróbicas não dependem de oxigênio para seus processos metabólicos e sobrevivência inclusive&comma; podem morrer na presença de oxigênio&period; Esse tipo de bactéria tem uma vantagem de crescimento em áreas do corpo não expostas ao oxigênio e podem se tornar patógenos virulentos&comma; como o <em>Clostridium tetani<&sol;em>&comma; que provoca o tétano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essa era a justificativa para a utilização do peróxido de hidrogênio ou água oxigenada para limpeza de ferimentos&comma; técnica em desuso&period; O oxigênio liberado pela decomposição da água oxigenada eliminava possíveis bactérias anaeróbias presentes no ferimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também há as chamadas bactérias <strong>a<&sol;strong><strong>naeróbias<&sol;strong><strong> facultativas<&sol;strong> que&comma; na presença de oxigênio&comma; realizam respiração aeróbia e&comma; na ausência desse gás&comma; realizam processos anaeróbios&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>fermentação<&sol;strong> também é um processo de obtenção de energia anaeróbio uma vez que ocorre sem a utilização de oxigênio no processo&period; Um exemplo é a fermentação lática utilizada na produção de leite e derivados&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-disease"><&sol;i> Reprodução bacterina<&sol;h3>&NewLine;<p>As bactérias se reproduzem <strong>assexuadamente<&sol;strong> por um processo chamado <strong>divisão binária<&sol;strong>&comma; também conhecida como <strong>cissiparidade<&sol;strong> ou <strong>bipartição<&sol;strong>&period; A <strong>divisão binária<&sol;strong> ocorre quando uma bactéria duplica o seu material genético e logo em seguida se divide&comma; originando duas bactérias idênticas a ela&period; Dessa forma&comma; uma única bactéria é capaz de dar origem a outra&comma; fator que ajuda na multiplicação rápida desses organismos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Algumas bactérias podem ainda formar<strong> esporos&comma;<&sol;strong> estruturas de resistência que permitem a sobrevivência em caso de mudança de temperatura e desidratação&period; Os esporos são formados por uma parede grossa e bastante resistente que envolve o citoplasma bacteriano completamente desidratado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essa estrutura permanece em um estágio de dormência&comma; na qual não se observa atividade vital&period; Quando encontram condições ambientais favoráveis&comma; os <strong>esporos<&sol;strong> se reidratam e a bactéria se reconstitui&comma; voltando a se reproduzir por divisão binária&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As bactérias não apresentam nenhum tipo de reprodução sexuada&comma; e sim <strong>recombinação genética<&sol;strong> que pode ocorrer por <strong>transformação<&sol;strong>&comma; <strong>transdução<&sol;strong> ou <strong>conjugação<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>transformação<&sol;strong> ocorre com algumas bactérias que conseguem absorver fragmentos de DNA que se encontram dispersos no meio&period; Esses fragmentos são incorporados ao material genético das bactérias transformando-as&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na <strong>transdução bacteriana<&sol;strong> ocorre troca de material genético entre bactérias com a participação de um bacteriófago&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>conjugação bacteriana<&sol;strong>&comma; assim como ocorre na <strong>transformação<&sol;strong> e na <strong>transdução&comma; <&sol;strong>é a passagem de DNA de uma célula doadora para uma receptora&period; A conjugação é uma forma de<strong> recombinação genética <&sol;strong>entre as bactérias&period; Como não há aumento no número de células bacterianas&comma; não pode ser considerada uma forma de reprodução&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-viruses"><&sol;i> Características dos Vírus<&sol;h3>&NewLine;<p>Um vírus pode ser definido como uma pequena associação organizada de macromoléculas  <strong>dependente de um sistema vivo<&sol;strong> para se multiplicar&period; Os vírus são um grupo bastante peculiar em virtude da ausência de células&period; Por isso&comma; eles não são classificados dentro dos reinos dos seres vivos&period;<&sol;p>&NewLine;<h4>Vale destacar que esses organismos são incapazes de viver sem uma célula&comma; sendo considerados <strong><span style&equals;"color&colon; &num;ff0000&semi;">parasitas intracelulares obrigatórios<&sol;span><&sol;strong> para sustentar seu ciclo de vida&period;<&sol;h4>&NewLine;<p>São extremamente pequenos&comma; com tamanhos que variam de 20 até aproximadamente 400 nm &lpar;nanômetro&comma; equivalente a 1 mm divido por 1&period;000&period;000 &rpar;&period; Exceto pelos poxvírus e mimivírus &lpar;subtipos de vírus&rpar;&comma; os vírus não podem ser visualizados pela microscopia óptica&period;<&sol;p>&NewLine;<p><i class&equals;"far fa-arrow-alt-circle-right"><&sol;i> Os vírus podem infectar praticamente todas as formas de vida&comma; incluindo os vertebrados&comma; invertebrados&comma; fungos&comma; plantas e até <strong>mesmo bactérias<&sol;strong>&period; Os vírus que infectam bactérias são chamados de bacteriófagos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Vide exemplos de vírus na figura abaixo&colon;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;5461" aria-describedby&equals;"caption-attachment-5461" style&equals;"width&colon; 780px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;tipos-de-virus&period;png"><img class&equals;"size-full wp-image-5461" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;tipos-de-virus&period;png" alt&equals;"tipos-de-virus" width&equals;"780" height&equals;"595" &sol;><&sol;a><figcaption id&equals;"caption-attachment-5461" class&equals;"wp-caption-text">Imagem &sol; Reprodução&colon; KORSMAN&comma; Stephen NJ et al&period; Virologia&period; Elsevier Brasil&comma; 2014&comma; pág 38&period;<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<p>A suscetibilidade das células do hospedeiro a vírus específicos depende principalmente da presença de proteínas de ligação localizadas na superfície viral capazes de reconhecer receptores específicos das células do hospedeiro&comma; assim como do maquinário celular apropriado necessário para a replicação viral nas células do hospedeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os componentes básicos do vírus incluem um genoma &lpar;consistindo em ácido nucleico&semi; DNA ou RNA&rpar; e uma capa proteica &lpar;capsídeo&rpar;&period; Uma membrana ou envoltório está presente em alguns vírus &lpar;que o obtêm quando são liberados por brotamento através de membranas das células do hospedeiro&rpar;&period; Alguns vírus codificam e carregam suas próprias enzimas necessárias para a replicação do seu genoma&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Veja abaixo figura esquemática com representação de um vírus&colon;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;5462" aria-describedby&equals;"caption-attachment-5462" style&equals;"width&colon; 1165px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;estrutura-de-um-virus&period;png"><img class&equals;"size-full wp-image-5462" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;estrutura-de-um-virus&period;png" alt&equals;"estrutura-de-um-virus" width&equals;"1165" height&equals;"681" &sol;><&sol;a><figcaption id&equals;"caption-attachment-5462" class&equals;"wp-caption-text">Imagem &sol; Reprodução&colon; KORSMAN&comma; Stephen NJ et al&period; Virologia&period; Elsevier Brasil&comma; 2014&period;<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-viruses"><&sol;i> Replicação ou multiplicação viral<&sol;h3>&NewLine;<p>Os vírus&comma; da mesma maneira que outros organismos&comma; precisam se multiplicar para continuar seu ciclo infeccioso e se disseminar para novos hospedeiros&period; Todos os vírus necessitam de uma célula viva que forneça pelo menos parte do maquinário necessário para esse processo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As etapas do ciclo de replicação viral incluem&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>a <strong>adsorção<&sol;strong>&comma; que consiste na ligação a receptores primários e&comma; algumas vezes&comma; secundários na célula&semi;<&sol;li>&NewLine;<li><strong>entrada ou penetração<&sol;strong> na célula pela fusão do envoltório com a membrana citoplasmática ou endocitose mediada por receptor &lpar;viropexia&rpar; dentre outros&semi;<&sol;li>&NewLine;<li><strong>desnudamento<&sol;strong> com liberação do genoma&semi;<&sol;li>&NewLine;<li><strong>transcrição<&sol;strong> do genoma em RNA ou DNA&semi; transcrição do mRNA&semi;<&sol;li>&NewLine;<li><strong>tradução<&sol;strong> de proteínas não estruturais e estruturais&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>incorporação de novos genomas em novos vírions durante a <strong>montagem<&sol;strong> e <strong>liberação<&sol;strong> da célula por brotamento&comma; lise celular ou disseminação direta célula-célula&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>Vírions nada mais são que partículas virais ou novos vírus que se encontram fora da célula hospedeira&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No processo de lise celular ocorre rompimento da célula infectada em virtude da enorme quantidade de vírus produzidos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Veja abaixo&comma; imagem esquemática da multiplicação viral&colon;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;5468" aria-describedby&equals;"caption-attachment-5468" style&equals;"width&colon; 1006px" class&equals;"wp-caption aligncenter"><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;Captura-de-tela-de-2020-05-22-19-03-00&period;png"><img class&equals;"size-full wp-image-5468" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2020&sol;05&sol;Captura-de-tela-de-2020-05-22-19-03-00&period;png" alt&equals;"replicacao-viral" width&equals;"1006" height&equals;"1005" &sol;><&sol;a><figcaption id&equals;"caption-attachment-5468" class&equals;"wp-caption-text">Imagem &sol; Reprodução&colon; KORSMAN&comma; Stephen NJ et al&period; Virologia&period; Elsevier Brasil&comma; 2014&period;<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-viruses"><&sol;i> Transmissão viral<&sol;h3>&NewLine;<p>Os vírus precisam ser capazes de se disseminar de um hospedeiro a outro para sobreviverem&period; Existem várias vias de transmissão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As principais vias de transmissão incluem a transmissão direta entre seres humanos&comma; por exemplo&comma; pelas gotículas de saliva durante a tosse e o espirro&semi; da mãe para o filho &lpar;transmissão vertical&rpar; e transmissão pelo sangue&comma; que são casos especiais de transmissão entre seres humanos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também podem ser transmitidos por animais via <strong>contato direto<&sol;strong>&comma; por exemplo&comma; mordida de cachorro&semi; <strong>meio ambiente<&sol;strong>&comma; por exemplo&comma; transmissão fecal-oral&comma; ocasionado por contato com fezes ou esgoto contaminado&semi; e&comma; ainda por meio de <strong>vetores animais<&sol;strong>&comma; como picada de mosquito&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3><i class&equals;"fas fa-lungs-virus"><&sol;i> Como o coronavírus infecta as células do hospedeiro<&sol;h3>&NewLine;<p>Análises estruturais do novo coronavírus&comma; indicam que suas proteínas estruturais incluem&colon; <strong>proteína spike<&sol;strong>&comma; <strong>proteína de envelope<&sol;strong>&comma; <strong>proteína de membrana<&sol;strong> e <strong>fosfoproteína nucleocapsídica<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já no corpo humano&comma; há uma proteína chamada de <strong>ECA 2<&sol;strong> &lpar;enzima conversora de angiotensina 2&rpar;&comma; que é uma proteína transmembrana presente em diversas células do corpo&comma; como o epitélio do sistema respiratória&period; Essa enzima faz parte do sistema renina angiotensina aldosterona&comma; responsável pelo controle da pressão arterial&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>proteína spike<&sol;strong> presente na superfície do SarsCov-2&comma; interage com a proteína receptora <strong>ECA-2<&sol;strong> que facilita a entrada do vírus na célula provocando a infecção&period; A partir desse momento&comma; o vírus se <strong>&&num;8220&semi;apodera&&num;8221&semi;<&sol;strong> do maquinário celular e <strong>&&num;8220&semi;força&&num;8221&semi;<&sol;strong> a célula a fazer novas cópias do vírus que infectarão outras células e outros indivíduos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A inibição da expressão da proteína ECA 2 já foi considerada como uma possibilidade que ajudaria a combater a infecção&period; Mas&comma; apesar de a ECA 2 ser a porta de entrada do vírus nas células&comma; já foi demonstrado em outras pesquisas que a ação da ECA 2 tem efeito protetor contra danos aos pulmões causados por infecções virais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os estudos também revelaram que a diminuição nos níveis dessa proteína pode causar ainda mais danos aos pulmões do indivíduo infectado&period;  Uma diminuição na expressão de ECA 2 pode levar ao aumento da permeabilidade vascular&comma; provocando  edema ou inchaço pulmonar e acúmulo de neutrófilos com aumento da resposta inflamatória que levaria a uma piora na função pulmonar&period;<&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h3>Para Complementar o Conteúdo<&sol;h3>&NewLine;<p><i class&equals;"far fa-check-circle"><&sol;i> Este vídeo abaixo <i class&equals;"far fa-hand-point-down"><&sol;i> explica de forma bem simples as Diferenças entre Vírus em Bactérias<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"text-align&colon; center&semi;"><iframe src&equals;"&sol;&sol;www&period;youtube&period;com&sol;embed&sol;OgTg5fCWC3k" width&equals;"560" height&equals;"315" frameborder&equals;"0" allowfullscreen&equals;"allowfullscreen"><&sol;iframe><&sol;p>&NewLine;<p><i class&equals;"far fa-check-circle"><&sol;i> <a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;2020&sol;03&sol;informacoes-sobre-o-novo-coronavirus&period;html" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener noreferrer">Informações sobre o Novo Coronavírus – Covid-19<&sol;a><br &sol;>&NewLine;<i class&equals;"far fa-check-circle"><&sol;i> <a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;farmaceuticodigital&period;com&sol;2020&sol;05&sol;estudos-indicam-possibilidade-de-nova-via-de-transmissao-do-coronavirus&period;html" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener noreferrer">Estudos indicam &OpenCurlyDoubleQuote;possibilidade” de nova via de transmissão do coronavírus<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<hr &sol;>&NewLine;<h4>Referências&colon;<&sol;h4>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>KORSMAN&comma; Stephen NJ et al&period; <b>Virologia<&sol;b>&period; Elsevier Brasil&comma; 2014&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>BRASIL ESCOLA&period; <b>Reinos do Mundo Vivo<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;brasilescola&period;uol&period;com&period;br&sol;biologia&sol;reinos&period;htm&period; Acesso em&colon; 20 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>BRASIL ESCOLA&period; <b>Reino Monera<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;brasilescola&period;uol&period;com&period;br&sol;biologia&sol;monera&period;htm&period; Acesso em&colon; 20 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>BRASIL ESCOLA&period; <b>Características gerais dos seres vivos<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;brasilescola&period;uol&period;com&period;br&sol;biologia&sol;caracteristicas-dos-seres-vivos&period;htm&period; Acesso em&colon; 22 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>BRASIL ESCOLA&period; <b>Bactérias<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;brasilescola&period;uol&period;com&period;br&sol;biologia&sol;bacterias&period;htm&period; Acesso em&colon; 22 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>TECHSTARTUPS&period;COM&period; <b>New research study reveals that COVID-19 attacks hemoglobin in red blood cells&comma; rendering it incapable of transporting oxygen&period; Are we using a false medical paradigm to treat a new disease&quest;<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;techstartups&period;com&sol;2020&sol;04&sol;11&sol;breaking-new-research-study-reveals-covid-19-attacks-hemoglobin-red-blood-cells-rendering-incapable-transporting-oxygen-fooled-covid-19-current-medical&sol;&quest;fbclid&equals;IwAR12NSetCHuO0U3Rn1nqxgBokG6ZG8HZ1so6dM007ejWPCkWsa&lowbar;Vp8lx6P0&period; Acesso em&colon; 22 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>BIOEMFOCO&period; <b>É possível inibir a expressão de ACE2 no organismo&quest; Que riscos poderia trazer ao paciente&quest;<&sol;b> Disponível em&colon; http&colon;&sol;&sol;bioemfoco&period;com&period;br&sol;noticia&sol;ace2-proteina-que-facilita-entrada-do-sars-cov-2-no-organismo&sol;&period; Acesso em&colon; 23 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>INCT ETES SUSTENTÁVEIS&period; <b>Microrganismos aeróbios e anaeróbios<&sol;b>&period; Disponível em&colon; http&colon;&sol;&sol;etes-sustentaveis&period;org&sol;&quest;p&equals;3998&period; Acesso em&colon; 23 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>&NewLine;<p class&equals;"sc-csuQGl iYEePI">BRASIL ESCOLA&period; <b>Reprodução das bactérias<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;brasilescola&period;uol&period;com&period;br&sol;biologia&sol;reproducao-das-bacterias&period;htm&period; Acesso em&colon; 23 mai&period; 2020&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;li>&NewLine;<li>BIOLOGIA NET&period; <b>Reprodução das bactérias<&sol;b>&period; Disponível em&colon; https&colon;&sol;&sol;www&period;biologianet&period;com&sol;biodiversidade&sol;reproducao-das-bacterias&period;htm&period; Acesso em&colon; 23 mai&period; 2020&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;

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